terça-feira, 1 de junho de 2010
Campanha do Agasalho ATCP-RS
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Confraternização entre amigos
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Aula Inaugural na CMPC pela ATCP-RS
No dia 26/03 (sexta-feira) aconteceu à aula inaugural das turmas C1 e C2 pela ATCP-RS na CMPC Celulose Riograndense na Unidade Guaíba. O evento teve apoio do IEE Gomes Jardim, CMPC Celulose Riograndense, Santher Papéis Especiais, BANRISUL, Corsan, Kimberly-Clark Brasil.

domingo, 21 de março de 2010
Cronograma de Apresentação da ATCP-RS para o Técnico em Celulose e Papel
Está confirmado data e local para a aula inaugural da ATCP-RS aos alunos do técnico em C&P do IEE GOMES JARDIM/GUAÍBA.
Sexta-feira dia 26/03:
- 19h30min às 19h45min – Direção do IEE. Gomes Jardim – Prof.ª Nara Marly
- 19h45min às 20h – Coordenação do curso Técnico C&P
- 20h00min às 20h45min – Apresentação da Empresa CMPC Celulose Rio Grandense.
- 20h45min às 21h - Intervalo (coffee)
- 21h às 21h45min – Apresentação dos trabalhos da ATCP-RS:
Palestrante: Ricardo, Gisele, Katrein e Manoel
- Objetivos: o que é a ATCP-RS, membros, trabalhos realizados, ações sociais, visitas técnicas;
Local do Evento: Auditório do Centro Tecnológico Aldo Sani – na empresa CMPC Celulose Rio Grandense
Endereço: Rua São Geraldo 1800, Guaíba - RS.
Horário: das 19h30min às 21h30min
Entrada 1 kg de alimento não perecível. Em favor de banco de alimentos de Guaíba.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Início dos trabalhos da ATCP-RS 2010
Em especial este ano o grupo fará uma recepção com a apresentação do grupo no final do mês de março (data e local a serem definidos).
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Grupo chileno retomará investimentos em Guaíba
Fonte: Zero Hora e Celulose Online adaptado por ATCP-RS
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Oportunidade Profissional
- Ter concluído a formação em técnico eletromecânica, celulose e papel, mecânica, mecatrônica ou química.
- Ter conhecimentos em informática;
- Habilidade de comunicação, relacionamento e trabalho em equipe.
ONDE SE CANDIDATAR À VAGA:
Os interessados que preencham os requisitos da vaga, deverão entrar em contato com Ana Lúcia ou Suelen pelo fone 3337-9868 ou enviar currículo para o e-mail: captter11@captter.com.br
Fonte: Recursos Humanos Aracruz – Unidade Guaíba
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
ATCP-RS é presença no 8° Festival de Vídeo Estudantil - Guaíba
A ATCP-RS esteve presente no 8° Festival de Vídeo. Estudantil e Mostra de Cinema de Guaíba na noite do dia 11 de novembro.segunda-feira, 9 de novembro de 2009
8° Festival de Vídeo Estudantil - Mostra de cinema/Guaíba-RS
Iniciou ontem (08/11) a abertura oficial do 8° Festival de Vídeo Estudantil às 19h no Museu Carlos Nobre no centro de Guaíba com a Sessão CineSesc - longa Tapete Vermelho.
O festival vai até o dia 14 de Novembro e as sessões com vídeos classificados para a mostra com documentários, ficções e animações produzidas em todo Brasil será realizado no Campus da Ulbra Guaíba.
O evento referência no uso no debate e uso da mídia na educação no Brasil, terá a presença do cineasta Jorge Furtado.
Durante a semana ocorrem sessões gratuitas e com transporte gratuito para escolas e grupos agendados de curtas da Programadora Brasil, CineSesc, Dia da Animação, Mostra Curtas RBS, além de exibições de longas metragens como ‘Tapete Vermellho’, de Luiz Alberto Pereira e o filme de animação “Kiriku e a Feiticeira”, de Michel Ocelot.
O festival presta também homenagem ao Núcleo de Especiais da RBS pelo espaço que tem dado aos talentos do Rio Grande do Sul e que tem cedido curtas para serem exibidos no festival. As mostras dos curtas da RBS ocorrem na quinta e sexta-feira. Neste ano, além de crianças, jovens, haverá sessão especial para grupos da terceira idade com o documentário “As Cantoras do Rádio”, de Gil Baroni. O acesso é gratuito na quinta-feira, às 13h30min, na Ulbra Guaíba. O Festival de Estudantil e Mostra de Cinema de Guaíba, teve 249 inscritos de diversos Estados do Brasil. Foram selecionados 103 produções sendo 75 na mostras estudantil e 28 da alternativa com produções de profissionais e amadores que serão exibidos na segunda-feira. O evento referência no Brasil na área e o maior festival do gênero proporciona durante uma semana ás escolas e comunidade sessões gratuitas de filmes e curtas. Os destaques das mostras estudantis e alternativa recebem na noite de sábado, o troféu Gomezito alusivo ao Cipreste Farroupilha e a Gomes Jardim patrono da escola que criou o evento em 2002 .
Maiores informações no site do Evento:
http://www.festvideoguaiba.com.br/
Fonte: Valmir Michelon - Comissão organizadora e jornalista
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
ATCP-RS é presença na ABTCP 2009
Além da oportunidade de conhecerem as novidades tecnológicas do ramo, conversaram com representantes importantes da Exposição, como representantes da Metso, Demuth, Voith, Contech, ATB Revestimento de Cilindros, Borges e Katayama, Cadam PPSA, SENAI SP, Veolia Water, Iguaçu Celulose Papel S.A, Samaritá produtos químicos, CBTI, SENAI de Telêmaco Borba (PR), SKF, TGM Turbinas, Tubexpress, PSN, Poleoduto, representantes da ABNT NORMAS TÉCNICAS entre outros.
Patrícia Capo esteve presente em Guaíba, na Primeira Feira Florestal da 13ª Expofeira Centro-Sul em novembro de 2008 onde ministrou uma palestra.
Stand da Metso
A gigante Voith
Manoel representante da turma de 2º ano do Técnico em Celulose e Papel no Stand da Poleoduto
Fonte: ATCP-RS
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel 2009 em São Paulo
No congresso foram apresentadas sessões técnicas que consistiram em apresentações orais com temas: automação e controle de processo e celulose incluindo: madeira, polpação e branqueamento, engenharia e manutenção, meio ambiente, papel incluindo, revestimento e acabamento, papelão ondulado e tissue, recuperação e utilidades.Também foram apresentados eventos paralelos ao Congresso como mesas-redondas, cursos, encontros de estudantes, workshops de expositores, seminários entre outros.
A feira internacional é promovida pela Associação Técnica de Celulose e Papel (ABTCP) em conjunto com sua congênere da Finlândia, PI – Paper Engineer´s Association. É um dos maiores eventos do setor da América Latina e promete atrair aproximadamente 12 mil visitantes até o fechamento que se dá na próxima quinta-feira (29).
Fonte: Celulose Online, adaptado por ATCP-RS (fotos esclusivas da ATCP-RS)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Os Incentivos Fiscais

Em 20 anos, 3,23 milhões de hectares foram plantados nas regiões sul e sudeste, conformando o setor florestal em grandes empresas, interessadas na madeira principalmente como matéria-prima para a fabricação de papel, a partir da extração da celulose. Surgiu também a indústria de aglomerados, compensados e chapas de madeira, produtos utilizados na indústria moveleira.
A política de incentivos fiscais, encerrada em 1986/87, representou a fase de ouro dos plantios florestais. A silvicultura se diferenciou da agronomia, surgindo faculdades próprias do saber florestal, potencializando o conhecimento científico e a pesquisa tecnológica.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS
sábado, 10 de outubro de 2009
Florestas Plantadas de Eucalipto e Pinus: A SOLUÇÃO VERDE
Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira. O pioneirismo coube a Navarro de Andrade, técnico da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que em 1903 trouxe mudas da nova espécie para plantio em Rio Claro, SP. Seu objetivo era encontrar uma solução para a produção de dormentes e de madeira exigidos pela ferrovia.
Naquela época, apenas as terras roxas, cobertas por florestas, eram desbravadas para uso agrícola. As áreas de vegetação menos abundantes, cerrados com solos arenosos e fracos na fertilidade natural, restavam marginais. Foi a sorte do eucalipto. Mesmo plantadas em solos considerados pobres, suas árvores manifestaram um vigor de crescimento surpreendente, superando seus ancestrais australianos.
Assim, vários hortos florestais foram implantados no estado. As frondosas florestas de eucalipto faziam sua fama ao substituir as árvores raquíticas do cerrado paulista.
Com as espécies de pinheiro (pinus elliottii e pinus tedae) ocorreu semelhante história. Trazidas dos EUA em 1947, logo se manifestaram com excepcional performance, adaptando-se especialmente nas regiões mais frias do país, a exemplo do Paraná e de Santa Catarina.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Certificação Florestal
Até 2005, foram certificadas pelos dois sistemas cerca de 2,9 milhões de hectares de florestas, nelas incluídas as florestas plantadas, as áreas de reserva legal e de preservação permanente, manejadas pelo setor de celulose e papel.
Tais certificações asseguram a utilização de critérios de sustentabilidade na gestão de áreas florestais, de modo a propiciar práticas que sejam ecologicamente adequadas, economicamente sustentáveis e socialmente justas.
Fomento Florestal
As ações de fomento, realizadas em diversos pontos do país em parceria com as empresas do setor de celulose e papel, caracterizam-se por sua adequação agronômica e ambiental. O que inclui a transferência de conhecimento e acesso a novas tecnologias para que a produção se dê com o máximo aproveitamento de recursos, mínimo desperdício e respeito ambiental.
Em 2006, o Ministério do Meio Ambiente registrou plantios da ordem de 627 mil ha incluindo plantios novos e reformas na área de florestas plantadas no país. Estima-se que desse total, 157 mil hectares foram realizados em pequenas e médias propriedades, com o apoio de fomento florestal, gerando renda adicional para os agricultores.
Florestas Plantadas
As duas principais espécies utilizadas como matéria-prima pela indústria brasileira de celulose e papel são o eucalipto e o pínus, ocupando, respectivamente, 78% e 25% da área florestada. O cultivo do eucalipto no Brasil para fins industriais teve início na primeira década do século 20, enquanto a introdução das espécies de pinus para o suprimento de setores produtivos ocorreu no final dos anos 1950. A introdução dessas espécies de acordo com áreas adequadas para o plantio, além de fatores ambientais favoráveis à silvicultura no país, foi essencial para o suprimento confiável de matéria-prima e para o desenvolvimento da indústria brasileira de celulose e papel.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS
domingo, 4 de outubro de 2009
Reflorestamento - 2005 / 2006
No Brasil, as florestas plantadas são a principal matéria-prima para a produção de celulose e papel. Manejadas dentro das mais avançadas técnicas da silvicultura, as plantações de pínus e eucalipto para fins industriais só ocupam áreas anteriormente degradadas pela agricultura e pecuária intensiva. Entre as empresas associadas à Bracelpa, 23 mantêm operações florestais 390 municípios distribuídos em 12 estados brasileiros.A base florestal do setor é de 1,7 milhão de hectares com plantio de pínus e eucalipto. As empresas do setor mantêm, recuperam e preservam outros 2,7 milhões de hectares de áreas naturais que abrangem a totalidade das áreas de preservação permanente e de reserva legal, em percentuais muito superiores ao mínimo exigido pela legislação ambiental brasileira.
A exclusiva utilização de florestas plantadas pela indústria de celulose e papel diminui a pressão sobre as florestas nativas, bem como fornece a proteção de recursos hídricos por matas ciliares. Além disso, contribui para a preservação da biodiversidade com a adoção de técnicas de plantios consorciados com matas nativas (corredores ecológicos).Décadas de pesquisa e desenvolvimento de técnicas silviculturais e de manejo florestal, principalmente na área de biotecnologia, elevaram a produtividade das espécies utilizadas. No caso do eucalipto, a produtividade média atinge 40 metros cúbicos com casca por hectare/ano; nas plantações de pínus, ela é de 30 metros cúbicos com casca por hectare/ano.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS
sábado, 3 de outubro de 2009
Reflorestamento - Histórico
"No Brasil, a história dos materiais celulósicos para papel começa em 1790, quando o botânico português Frei José Mariano da Conceição Velloso, publica no Rio de Janeiro a sua "Flora Fluminensis", indicando espécies capazes de uso na produção de papel. Em 1809, Frei Velloso, oficiando ao Ministério Real, anexa uma amostra de papel feito de embira e anuncia planos para a fabricação futura de papel alvejado. Esse ofício e a amostra do papel de embira podem ser vistos no Museu Imperial de Petrópolis, no Arquivo do Castel D`eu, com os dizeres: "O primeiro papel que se fez no Brasil em 16 de novembro de 1809.Outras referências ao uso de materiais celulósicos para fabricação de papel, no século XIX, indicam a utilização (bem sucedida), na Bahia e no Rio de Janeiro, de troncos de bananeira, pita e gravatá.
A produção industrial de celulose, no Brasil, a partir do pinheiro, inicia-se no Paraná, em Monte Alegre, no início dos anos 40, pelos processos Sulfito e Soda/Enxofre, instalando-se a primeira fábrica pelo processo Kraft na década de 50. A produção em grande escala de celulose de Eucalipo, pelo processo Kraft, foi iniciada no Estado de São Paulo, em 1957, estabelecendo-se o caminho para a grande etapa de industrialização da celulose que, em menos de um quarto de século, levou o Brasil a posição de 6º. produtor do mundo."
Fonte: O texto acima foi extraído da apostila Histórico da Celulose de Benjamin Solitrenick e, juntamente com outros textos sobre o assunto.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Matérias-primas Fibrosas Virgens
É o material que, após cozimento, atinge pelo menos o grau ROE 10, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) 50, com um conteúdo máximo de lignina ao redor de 10%. Se os valores, após o cozimento, indicarem pasta mais dura, classificar o produto como pasta semiquímica ou a que corresponder.
PASTA SEMIQUÍMICA
É a pasta cuja remoção de lignina foi apenas parcial, atingindo grau ROE de 10 a 28, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) de 50 a 140. Geralmente, depois do cozimento, segue-se um desfibramento mecânico. Se os valores, após o cozimento, indicarem pasta mais dura, classificá-la como pasta mecanoquímica.
PASTAS DE ALTO RENDIMENTO
· PASTA MECÂNICA
· PASTA MECANOQUÍMICA
· PASTA QUIMIMECÂNICA (CMP)
· PASTA TERMOMECÂNICA (TMP)
· PASTA QUIMITERMOMECÂNICA (CTMP)
BRANQUEAMENTO
É considerada branqueada a pasta cujo grau de alvura é igual ou maior do que 80º GE e semi-branqueada quando seu grau de alvura situar-se entre 59 a 79º GE.
CELULOSE PARA DISSOLUÇÃO
Estas pastas podem ser ao sulfito ou ao sulfato branqueadas, intensamente refinados com um alto teor de fibras puras de alfa-celulose. O seu uso final normal é a produção de rayon, celofane, acetato, explosivos, etc.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS