quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Grupo chileno retomará investimentos em Guaíba

O grupo chileno CMPC vai retomar os investimentos na unidade de Guaíba da Fibria. O CMPC adquiriu a fábrica de celulose da Aracruz e VCP em outubro. A unidade se localiza em Guaíba. A comitiva da empresa do Chile se reuniu nesta semana com a governadora e prefeitos. Serão contratadas imediatamente 160 pessoas. Mais de mil serão admitidas em 2010.
Fonte: Zero Hora e Celulose Online adaptado por ATCP-RS

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Oportunidade Profissional

Está acontecendo uma seleção para uma vaga de OPERADOR AJUDANTE DE PRODUÇÃO DE CAVACOS na empresa CMPC (antiga Fibria/ARACRUZ - UG).
DESCRIÇÃO DA VAGA:
− A partir de procedimentos e instruções definidas, participar e auxiliar no processo de produção de cavacos, atuando em várias fases do processo através do apoio direto ao operador nas imediações das máquinas e equipamentos.
REQUISTOS NECESSÁRIOS:
  • Ter concluído a formação em técnico eletromecânica, celulose e papel, mecânica, mecatrônica ou química.
  • Ter conhecimentos em informática;
  • Habilidade de comunicação, relacionamento e trabalho em equipe.

ONDE SE CANDIDATAR À VAGA:

Os interessados que preencham os requisitos da vaga, deverão entrar em contato com Ana Lúcia ou Suelen pelo fone 3337-9868 ou enviar currículo para o e-mail: captter11@captter.com.br

Fonte:
Recursos Humanos Aracruz – Unidade Guaíba

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ATCP-RS é presença no 8° Festival de Vídeo Estudantil - Guaíba

A ATCP-RS esteve presente no 8° Festival de Vídeo. Estudantil e Mostra de Cinema de Guaíba na noite do dia 11 de novembro.
O longa Tapete Vermelho do diretor Luiz Alberto Perereira é um filme sensível, engraçado e comovente, é a mais bela homenagem feita pelo cinema ao grande Mazzaropi. Matheus Nachtergaele e Gorete Milagres formam um casal de caipiras que leva o filho Neco, de nove anos, para uma cidade a fim de assistir um filme do artista no cinema. Mas os tempos mudaram e os cinemas desaparecem. No caminho o trio cruza com tipos curiosos, provando que as lendas da roça ainda estão bem vivas.

O público presente se divertiu e emocionou-se muito com as atrapalhadas do casal da roça. Excelente sugestão para ver com toda família.

Fonte: ATCP-RS

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

8° Festival de Vídeo Estudantil - Mostra de cinema/Guaíba-RS

Iniciou ontem (08/11) a abertura oficial do 8° Festival de Vídeo Estudantil às 19h no Museu Carlos Nobre no centro de Guaíba com a Sessão CineSesc - longa Tapete Vermelho.

O festival vai até o dia 14 de Novembro e as sessões com vídeos classificados para a mostra com documentários, ficções e animações produzidas em todo Brasil será realizado no Campus da Ulbra Guaíba.
O evento referência no uso no debate e uso da mídia na educação no Brasil, terá a presença do cineasta Jorge Furtado.

Durante a semana ocorrem sessões gratuitas e com transporte gratuito para escolas e grupos agendados de curtas da Programadora Brasil, CineSesc, Dia da Animação, Mostra Curtas RBS, além de exibições de longas metragens como ‘Tapete Vermellho’, de Luiz Alberto Pereira e o filme de animação “Kiriku e a Feiticeira”, de Michel Ocelot.

O festival presta também homenagem ao Núcleo de Especiais da RBS pelo espaço que tem dado aos talentos do Rio Grande do Sul e que tem cedido curtas para serem exibidos no festival. As mostras dos curtas da RBS ocorrem na quinta e sexta-feira. Neste ano, além de crianças, jovens, haverá sessão especial para grupos da terceira idade com o documentário “As Cantoras do Rádio”, de Gil Baroni. O acesso é gratuito na quinta-feira, às 13h30min, na Ulbra Guaíba. O Festival de Estudantil e Mostra de Cinema de Guaíba, teve 249 inscritos de diversos Estados do Brasil. Foram selecionados 103 produções sendo 75 na mostras estudantil e 28 da alternativa com produções de profissionais e amadores que serão exibidos na segunda-feira. O evento referência no Brasil na área e o maior festival do gênero proporciona durante uma semana ás escolas e comunidade sessões gratuitas de filmes e curtas. Os destaques das mostras estudantis e alternativa recebem na noite de sábado, o troféu Gomezito alusivo ao Cipreste Farroupilha e a Gomes Jardim patrono da escola que criou o evento em 2002 .

Maiores informações no site do Evento:

http://www.festvideoguaiba.com.br/

Fonte: Valmir Michelon - Comissão organizadora e jornalista

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

ATCP-RS é presença na ABTCP 2009

Os membros da associação Gisele Silva, Ricardo Silva e Manoel Aquino aluno de segundo ano do Técnico em Celulose e Papel do IEE Gomes Jardim, estiveram presentes no 42° Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel. O evento aconteceu de 26 a 29 de outubro no Transamérica Expo Center em São Paulo com a organização da ABTCP (Associação Brasileira de Celulose e Papel).
Além da oportunidade de conhecerem as novidades tecnológicas do ramo, conversaram com representantes importantes da Exposição, como representantes da Metso, Demuth, Voith, Contech, ATB Revestimento de Cilindros, Borges e Katayama, Cadam PPSA, SENAI SP, Veolia Water, Iguaçu Celulose Papel S.A, Samaritá produtos químicos, CBTI, SENAI de Telêmaco Borba (PR), SKF, TGM Turbinas, Tubexpress, PSN, Poleoduto, representantes da ABNT NORMAS TÉCNICAS entre outros.
O momento marcante para os representantes da associação foi à reunião com a Patrícia Capo, Coordenadora de Comunicação da ABTCP e Editora responsável das publicações. Nesse encontro foi possível falar sobre a atuação da ATCP-RS e seus projetos futuros.
Para 2010 é possível que aconteça uma parceria da Associação Brasileira de Celulose e Papel com a Associação dos Técnicos do Rio Grande do Sul, mais informações serão publicadas nas próximas matérias do blog.
Patrícia Capo esteve presente em Guaíba, na Primeira Feira Florestal da 13ª Expofeira Centro-Sul em novembro de 2008 onde ministrou uma palestra.
Veja abaixo algumas fotos do evento:

Stand da Metso

A gigante Voith

Manoel representante da turma de 2º ano do Técnico em Celulose e Papel no Stand da Poleoduto


Fonte: ATCP-RS

Congresso e Exposição de Celulose e Papel

Fotos do Evento:
Maquete do Pátio de Madeira

Mini máquina de Papel

Manoel Aquino e Gisele Silva ao lado da Mini máquina de Papel



Stand da CONTECH
Hall de entrada do Congresso e Exposição


Fonte: Arquivos ATCP-RS

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel 2009 em São Paulo

De 26 a 29 de outubro aconteceu a 42ª edição do Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel no centro de eventos Transamérica Expo Center em São Paulo.

O evento representou a oportunidade de lançamento de tendências tecnológicas e descobertas científicas ao mercado internacional e permitiu o intercambio entre mais de 600 especialistas e técnicos de renome internacional.

No congresso foram apresentadas sessões técnicas que consistiram em apresentações orais com temas: automação e controle de processo e celulose incluindo: madeira, polpação e branqueamento, engenharia e manutenção, meio ambiente, papel incluindo, revestimento e acabamento, papelão ondulado e tissue, recuperação e utilidades.Também foram apresentados eventos paralelos ao Congresso como mesas-redondas, cursos, encontros de estudantes, workshops de expositores, seminários entre outros.

A feira internacional é promovida pela Associação Técnica de Celulose e Papel (ABTCP) em conjunto com sua congênere da Finlândia, PI – Paper Engineer´s Association. É um dos maiores eventos do setor da América Latina e promete atrair aproximadamente 12 mil visitantes até o fechamento que se dá na próxima quinta-feira (29).

Fonte: Celulose Online, adaptado por ATCP-RS (fotos esclusivas da ATCP-RS)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Os Incentivos Fiscais

Até 1965 a silvicultura nacional viveu sua fase inicial. Nesse ano, as estimativas indicavam 400 mil hectares plantados com eucaliptos. A partir de 1966, o governo federal estabelece um forte programa de incentivos fiscais ao reflorestamento, permitindo uma rápida expansão na atividade.
Em 20 anos, 3,23 milhões de hectares foram plantados nas regiões sul e sudeste, conformando o setor florestal em grandes empresas, interessadas na madeira principalmente como matéria-prima para a fabricação de papel, a partir da extração da celulose. Surgiu também a indústria de aglomerados, compensados e chapas de madeira, produtos utilizados na indústria moveleira.
A política de incentivos fiscais, encerrada em 1986/87, representou a fase de ouro dos plantios florestais. A silvicultura se diferenciou da agronomia, surgindo faculdades próprias do saber florestal, potencializando o conhecimento científico e a pesquisa tecnológica.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

sábado, 10 de outubro de 2009

Florestas Plantadas de Eucalipto e Pinus: A SOLUÇÃO VERDE

Histórico
Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira. O pioneirismo coube a Navarro de Andrade, técnico da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que em 1903 trouxe mudas da nova espécie para plantio em Rio Claro, SP. Seu objetivo era encontrar uma solução para a produção de dormentes e de madeira exigidos pela ferrovia.
Naquela época, apenas as terras roxas, cobertas por florestas, eram desbravadas para uso agrícola. As áreas de vegetação menos abundantes, cerrados com solos arenosos e fracos na fertilidade natural, restavam marginais. Foi a sorte do eucalipto. Mesmo plantadas em solos considerados pobres, suas árvores manifestaram um vigor de crescimento surpreendente, superando seus ancestrais australianos.
Assim, vários hortos florestais foram implantados no estado. As frondosas florestas de eucalipto faziam sua fama ao substituir as árvores raquíticas do cerrado paulista.
Com as espécies de pinheiro (pinus elliottii e pinus tedae) ocorreu semelhante história. Trazidas dos EUA em 1947, logo se manifestaram com excepcional performance, adaptando-se especialmente nas regiões mais frias do país, a exemplo do Paraná e de Santa Catarina.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Certificação Florestal

A indústria brasileira de celulose e papel possui a maior área de florestas certificadas entre os setores de base florestal do país, de acordo com os critérios de certificação florestal existentes e reconhecidos pelo setor, o Forest Stewardship Council (FSC) e o Programme for the Endorsement of Forest Certificatiom (PEFC), ao qual o Sistema Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor) é afiliado.
Até 2005, foram certificadas pelos dois sistemas cerca de 2,9 milhões de hectares de florestas, nelas incluídas as florestas plantadas, as áreas de reserva legal e de preservação permanente, manejadas pelo setor de celulose e papel.
Tais certificações asseguram a utilização de critérios de sustentabilidade na gestão de áreas florestais, de modo a propiciar práticas que sejam ecologicamente adequadas, economicamente sustentáveis e socialmente justas.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

Fomento Florestal

Iniciativa da indústria brasileira de celulose e papel, o fomento florestal vem ganhando espaço e importância em empreendimentos do setor. Por meio dessa iniciativa, as empresas oferecem a pequenos e médios produtores rurais a oportunidade de plantar florestas em conjunto com suas outras atividades. A parceria com esses produtores constitui um importante mecanismo para o desenvolvimento dos negócios do setor, com a expansão da áreas de florestas plantadas, além de contribuir com o processo de distribuição de renda e fixação do homem ao campo.
As ações de fomento, realizadas em diversos pontos do país em parceria com as empresas do setor de celulose e papel, caracterizam-se por sua adequação agronômica e ambiental. O que inclui a transferência de conhecimento e acesso a novas tecnologias para que a produção se dê com o máximo aproveitamento de recursos, mínimo desperdício e respeito ambiental.
Em 2006, o Ministério do Meio Ambiente registrou plantios da ordem de 627 mil ha incluindo plantios novos e reformas na área de florestas plantadas no país. Estima-se que desse total, 157 mil hectares foram realizados em pequenas e médias propriedades, com o apoio de fomento florestal, gerando renda adicional para os agricultores.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

Florestas Plantadas

As florestas plantadas são uma importante fonte renovável de recursos naturais que, entre inúmeras vantagens, ajudam a preservar nossas florestas nativas. No Brasil, além do setor de celulose e papel outros segmentos se utilizam de florestas plantadas de eucalipto e pínus, numa área total estimada em 5,4 milhões de hectares, que representa 0,5% do território nacional. O setor de celulose e papel responde por 33% deste total, representando uma importante contribuição para a economia do país, na geração de empregos, impostos e superávit na balança comercial brasileira.
As duas principais espécies utilizadas como matéria-prima pela indústria brasileira de celulose e papel são o eucalipto e o pínus, ocupando, respectivamente, 78% e 25% da área florestada. O cultivo do eucalipto no Brasil para fins industriais teve início na primeira década do século 20, enquanto a introdução das espécies de pinus para o suprimento de setores produtivos ocorreu no final dos anos 1950. A introdução dessas espécies de acordo com áreas adequadas para o plantio, além de fatores ambientais favoráveis à silvicultura no país, foi essencial para o suprimento confiável de matéria-prima e para o desenvolvimento da indústria brasileira de celulose e papel.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

domingo, 4 de outubro de 2009

Reflorestamento - 2005 / 2006

No Brasil, as florestas plantadas são a principal matéria-prima para a produção de celulose e papel. Manejadas dentro das mais avançadas técnicas da silvicultura, as plantações de pínus e eucalipto para fins industriais só ocupam áreas anteriormente degradadas pela agricultura e pecuária intensiva. Entre as empresas associadas à Bracelpa, 23 mantêm operações florestais 390 municípios distribuídos em 12 estados brasileiros.
A base florestal do setor é de 1,7 milhão de hectares com plantio de pínus e eucalipto. As empresas do setor mantêm, recuperam e preservam outros 2,7 milhões de hectares de áreas naturais que abrangem a totalidade das áreas de preservação permanente e de reserva legal, em percentuais muito superiores ao mínimo exigido pela legislação ambiental brasileira.
A exclusiva utilização de florestas plantadas pela indústria de celulose e papel diminui a pressão sobre as florestas nativas, bem como fornece a proteção de recursos hídricos por matas ciliares. Além disso, contribui para a preservação da biodiversidade com a adoção de técnicas de plantios consorciados com matas nativas (corredores ecológicos).
Décadas de pesquisa e desenvolvimento de técnicas silviculturais e de manejo florestal, principalmente na área de biotecnologia, elevaram a produtividade das espécies utilizadas. No caso do eucalipto, a produtividade média atinge 40 metros cúbicos com casca por hectare/ano; nas plantações de pínus, ela é de 30 metros cúbicos com casca por hectare/ano.
Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

sábado, 3 de outubro de 2009

Reflorestamento - Histórico

"No Brasil, a história dos materiais celulósicos para papel começa em 1790, quando o botânico português Frei José Mariano da Conceição Velloso, publica no Rio de Janeiro a sua "Flora Fluminensis", indicando espécies capazes de uso na produção de papel. Em 1809, Frei Velloso, oficiando ao Ministério Real, anexa uma amostra de papel feito de embira e anuncia planos para a fabricação futura de papel alvejado. Esse ofício e a amostra do papel de embira podem ser vistos no Museu Imperial de Petrópolis, no Arquivo do Castel D`eu, com os dizeres: "O primeiro papel que se fez no Brasil em 16 de novembro de 1809.
Outras referências ao uso de materiais celulósicos para fabricação de papel, no século XIX, indicam a utilização (bem sucedida), na Bahia e no Rio de Janeiro, de troncos de bananeira, pita e gravatá.
A produção industrial de celulose, no Brasil, a partir do pinheiro, inicia-se no Paraná, em Monte Alegre, no início dos anos 40, pelos processos Sulfito e Soda/Enxofre, instalando-se a primeira fábrica pelo processo Kraft na década de 50. A produção em grande escala de celulose de Eucalipo, pelo processo Kraft, foi iniciada no Estado de São Paulo, em 1957, estabelecendo-se o caminho para a grande etapa de industrialização da celulose que, em menos de um quarto de século, levou o Brasil a posição de 6º. produtor do mundo."

Fonte: O texto acima foi extraído da apostila Histórico da Celulose de Benjamin Solitrenick e, juntamente com outros textos sobre o assunto.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Matérias-primas Fibrosas Virgens

PASTA QUÍMICA (CELULOSE)
É o material que, após cozimento, atinge pelo menos o grau ROE 10, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) 50, com um conteúdo máximo de lignina ao redor de 10%. Se os valores, após o cozimento, indicarem pasta mais dura, classificar o produto como pasta semiquímica ou a que corresponder.

PASTA SEMIQUÍMICA
É a pasta cuja remoção de lignina foi apenas parcial, atingindo grau ROE de 10 a 28, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) de 50 a 140. Geralmente, depois do cozimento, segue-se um desfibramento mecânico. Se os valores, após o cozimento, indicarem pasta mais dura, classificá-la como pasta mecanoquímica.

PASTAS DE ALTO RENDIMENTO

· PASTA MECÂNICA
É a pasta de materiais ligno-celulósicos obtida por processo puramente mecânico.
· PASTA MECANOQUÍMICA
É a pasta de materiais ligno-celulósicos, obtida por processo de desfibramento, sofrendo um tratamento químico posterior ao desfibramento, atingindo grau ROE 28 ou maior, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) de 140 ou maior.
· PASTA QUIMIMECÂNICA (CMP)
É a pasta de materiais ligno-celulósicos prévia e levemente tratados com reagentes químicos, obtida por desfibramento a pressão atmosférica.
· PASTA TERMOMECÂNICA (TMP)
É a pasta obtida por desfibramento em desfibrador a disco, sob pressão, de materiais ligno-celulósicos previamente aquecidos com vapor saturado.
· PASTA QUIMITERMOMECÂNICA (CTMP)
É a pasta obtida por desfibramento em desfibrador a disco, sob pressão, de materiais ligno-celulósicos prévia e levemente tratados com reagentes químicos.

BRANQUEAMENTO
É considerada branqueada a pasta cujo grau de alvura é igual ou maior do que 80º GE e semi-branqueada quando seu grau de alvura situar-se entre 59 a 79º GE.

CELULOSE PARA DISSOLUÇÃO
Estas pastas podem ser ao sulfito ou ao sulfato branqueadas, intensamente refinados com um alto teor de fibras puras de alfa-celulose. O seu uso final normal é a produção de rayon, celofane, acetato, explosivos, etc.

Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

História do Papel no Brasil


A primeira presença do papel no Brasil, sem dúvida, é a carta de Pero Vaz de Caminha, escrita logo do descobrimento de nosso país.
Mas a primeira referência à produção nacional consta em um documento escrito em 1809 por Frei José Mariano da Conceição Velozo ao Ministro do Príncipe Regente D. João, Conde de Linhares: "... lhe remeto uma amostra do papel, bem que não alvejado, feito em primeira experiência, da nossa embira. A segunda que já está em obra se dará alvo, e em conclusão pode V.Exa. contar com esta fábrica...". Este documento cujo trecho extraímos do livro: O Papel - Problemas de Conservação e Restauração de Edson Motta e Maria L.G. Salgado, encontra-se no Museu Imperial.
Na amostra encaminhada com o documento constava: "O primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro, em 16 de novembro de 1809".
É também em 1809 que tem início a construção de uma fábrica no Rio de Janeiro cuja produção, provavelmente iniciou-se entre 1810 e 1811. Ainda no Rio de Janeiro temos notícias de mais três fábricas em 1837, 1841 e, em 1852, nas proximidades de Petrópolis, foi construída pelo Barão de Capanema a Fábrica de Orianda que produziu papel de ótima qualidade para os padrões da época até a decretação de sua falência em 1874.
Ainda em 1850, o desenvolvimento da cultura do café, traz grande progresso para a então Província de São Paulo e, com a chegada dos imigrantes europeus, passa a vivenciar um grande desenvolvimento industrial gerador de vários empreendimentos.
Um deles, idealizado pelo Barão de Piracicaba, na região de Itu, pretendia criar condições para a instalação de indústrias aproveitando a energia hidráulica possível na região em função da existência da cachoeira no rio Tietê e, é neste local que, em 1889 a empresa Melchert & Cia deu início à construção da Fábrica de Papel de Salto que funciona até hoje, devidamente modernizada, produzindo papéis especiais, sendo uma das poucas fábricas do mundo fabricante de papéis para a produção de dinheiro.

Fonte: Bracelpa, adaptado por ATCP-RS

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Parceria com o Banco de Alimentos de Guaíba

Desde o ano de 2008 no 3° Seminário Técnico em Celulose e Papel a associação ATCP-RS firmou uma parceria com o Banco de Alimentos de Guaíba. Durante a semana do evento o preço simbólico da entrada era a doação de 1 Kg de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados durante o seminário foram doado ao Banco de alimentos. O tema deste seminário foi "Conhecimento e Solidariedade".

Na foto Ricardo e Catarina (ATCP-RS) entregando os alimentos arrecadados durante a semana do Seminário.

sábado, 19 de setembro de 2009

IV Seminário Técnico em Celulose e Papel

De 14 a 18 de Setembro aconteceu no Auditório do Centro Tecnológico Aldo Sani (Fibria) o IV Seminário Técnico em Celulose e Papel. Com o Tema: " Conhecimento e Solidariedade" foi arrecadado todas as noites alimentos não perecíveis e doado ao Banco de Alimentos de Guaíba, parceria firmada desde 2008.


Com palestras de empresas da região o seminário novamente foi um sucesso na sua 4ª edição. O curso Técnico em Celulose e Papel completou 30 anos e uma linda homenagem foi realizada pelos alunos de 2º ano na última noite (18/09). Neste dia estavam presentes professores do curso, a direção do Instituto Gomes Jardim, as turmas de 1º e 2º ano, a ATCP-RS, alunos do curso de Eletrônica da Escola Augusto Meyer e as empresas apoiadoras do evento.


Nosso agradecimento ao Instituto Gomes Jardim, Fibria, a Thyssenkrupp Elevadores, a Santher, Grupo Sulfato, Kimberly-Clark Brasil, Prof. Marilice Rorigues, Air Products, Minipa, BANRISUL, Agência Focco, Banco de Alimentos de Guaíba e aos professores do Técnico em Celulose e Papel.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ARACRUZ Guaíba pode ser vendida por 1,5 bilhão pela Fibria

A Aracruz recebeu uma proposta de interesse pela aquisição da unidade da empresa em Guaíba (RS). Recentemente, a Aracruz foi incorporada pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) para formar a Fibria, maior fabricante de celulose branqueada de eucalipto do mundo. As manifestações de interesse serão analisadas pela equipe administrativa da Aracruz, levando em consideração a conveniência e a oportunidade de negociar da melhor maneira possível a unidade. O negócio pode chegar a US$ 1,5 bilhão. As propostas foram recebidas pelos controladores do grupo Votorantim. A oferta teria partido de investidores chilenos do setor de papel e celulose. Fabricantes asiáticos também teriam interesse na compra da fábrica. A Suzano Papel e Celulose descartou seu interesse.

A Fibria confirmou o recebimento de "manifestações de interesse" pela aquisição da unidade. A companhia acrescentou que avalia a "conveniência e a oportunidade de entabular negociações com vistas a uma possível alienação" da fábrica.
A intenção inicial dos acionistas da Fibria não era vender a unidade. Embora a empresa tenha nascido com uma pesada dívida, o passivo foi renegociado em janeiro com um grupo de bancos credores por nove anos. Mas a oferta recebida pelo ativo foi "alta e atraente" o suficiente para que se estudasse a proposta.

A unidade de Guaíba tem capacidade nominal de 450 mil toneladas anuais de celulose e parte desse volume é destinado à produção de 60 mil toneladas anuais de papéia para imprimir e escrever. A fábrica de Guaíba, que pertencia à Aracruz desde 2003, estava sendo ampliada desde a metade do ano passado quando a crise de um atrás fez o dólar disparar, e a fabricante de celulose foi pega em cheio em operações alavancadas com derivativos. O plano de investimento era elevar a capacidade de produção das atuais 450 mil toneladas de celulose para 1,8 milhão de toneladas por ano.

A dívida da Fibria era de R$ 13,4 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em junho diante de uma geração de caixa em torno de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Com informações do Valor Econômico - Adaptado por Celulose Online

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

IV Seminário Técnico de Celulose e Papel em Guaíba




ATCP-RS
Associação dos Técnicos em Celulose e Papel



Tema: “Conhecimento e Solidariedade”

CRONOGRAMA DO EVENTO:

Segunda-feira 14/09
19h00min - Abertura oficial do Seminário com a presença de autoridades municipais, do Instituto Gomes Jardim e Fibria.
20h00min – Empresa Fibria
Palestrante – Luis Carlos – Engenheiro de Segurança.

21h00min - Empresa Thyssenkrupp
Palestrante: Renato W. de Melo (Eng. da Divisão da Qualidade)


Terça-feira 15/09
Palestras técnicas
19h00min – Empresa Santher
Palestrante: Maria Clair Sanfelice.

Quarta-feira 16/09
Palestra técnicas.
19h00min – Grupo Sulfato
Palestrante: Cíntia Silva.
20h30min – Empresa Kimberly Clark
Palestrante: Luciana Souza

Quinta-feira 17/09
Palestra Técnica: ATCP-RS
19h00min – Novas possibilidades com o Pré-sal
Palestrante: Marilice – SENAI ESTEIO
21h00min – Empresa: Air Products
Palestra: Gases Industriais.

Sexta-feira 18/09
Palestra Técnica.
19h00min – Instrumentos de Medição Elétrica, utilização com segurança baseado nas normas prevista na NR10 (IEC61010).
Palestrante: Antonio Ricardo.
20h30min – Homenagem ao Curso Técnico de Celulose e Papel 30 anos –
Com a presença de professores e ex-professores convidados.

Local do Seminário: Auditório do Centro Tecnológico Aldo Sani – na empresa Fibria (antiga ARACRUZ)
Endereço: Rua São Geraldo 1800, Guaíba-RS.
Horário: das 19h00min as 22h00min
Entrada: 1 kg de alimento não perecível em favor do banco de alimentos de Guaíba. Comunicar na portaria da Fibria o nome da empresa convidada.

Apoio:


Instituto Estadual de Educação Gomes Jardim
Fibria
ATCP-RS
Prefeitura Municipal de Guaíba
Air Products
Banrisul
Kimberly-Clark Brasil
Santher
Grupo Sulfato
Instrutec Ltda
Banco de Alimentos
SENAI
Thyssenkrupp Elevadores